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FOTOS PINTURA EM TECIDO 1

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FOTOS PINTURA EM TECIDO

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PINTURA EM TECIDO


Nossa segunda Oficina oferecida pela professora voluntária Marília ( mamãe do Gabriel, nosso aluno), foi a  de PINTURA EM TECIDO. Os certificados foram entregues por módulos .
 Começamos no horário da tarde e logo que começou o período de colheita  transferimos para o noturno e recebemos também novos alunos.
Fica aqui nosso agradecimento a todos que participaram do projeto , à prefeitura municipal que nos apoiou , a diretora IONE SUDRÉ que criou e pôs prática o projeto e em especial   à voluntária Marília que abraçou a idéia.
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Que bacana!!!! Aniversário e festa surpresa da professora Andréia. Idéia e bolo da mamãe da Gaby.
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OFICINA "DELÍCIAS DE CHOCOLATE"

APRIMEIRA OFICINA MINISTRADA  NO CMEI  FOI " DELÍCIA S DE CHOCOLATE" MINISTRADA PELA PROFESSORA OLINDINA GIVISIEZ AS DUAS TURMAS RECEBERAM CERTIFICADO LOGO APÓS A OFICINA.
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JCC

BASEADO EM NOSSO PROJETO PAIS E COMUNIDADE NA ESCOLA, RECEBEMOS A VISITA DA EQUIPE DO "JCC" QUE BRINCOU, CANTOU, DANÇOU E DIVERTIU A PAIS E ALUNOS  DE NOSSA ESCOLA.FOI MUITO BACANA.!!!
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MODELO DE TERMO DE RESPONSABILIDADE

TERMO DE RESPONSABILIDADE



Declaro para todos os fins de direito que eu_________________
___________________ portador (a) do CPF nº- _____________ e RG nº- _______________________________ autorizo meu (a) filho(a) ______________________________________________
a ser entregue a ________________________________________ ou___________________________________________________.


Declaro ainda, que após a entrega da criança a pessoa de direito no término das aulas, me responsabilizo totalmente.

Sem mais a declarar, firmo a presente como verdadeira.



Orizânia-MG, aos ____ dias do mês de_________ de 2010.




_______________________
Responsável
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DINÂMICA

A vida deve ser florida

Objetivo: Esta dinâmica fará o aluno perceber o valor da vida e o mistério que a envolve.
Material necessário: Papel de seda de várias cores.
1º - A professora deve cortar o papel de seda para que fique do tamanho de um papel sulfite cortado ao meio.
2º - Deve distribuir um pedaço para cada participante, procurando diversificar as cores.
3º - Motivar todos, dizendo que a folha que eles têm na mão é a vida de cada um deles. Pedir para que notem que um lado da folha é liso e o outro, um pouco mais áspero. Isso também ocorre em nossa vida: em alguns momentos é mais tranqüila, em outros, mais áspera. Mas, apesar de tudo, nossa vida vibra.
4º - A professora deve pedir aos alunos que segurem as folhas numa das pontas, fazendo-as balançar para ouvir o barulho (a vibração). Deve explicar que nem sempre tudo é tão bom, nem sempre a nossa vida vibra tanto. Todos passam por maus momentos.
5º - A professora deve perguntar o que “mata” a nossa vida, o que faz com que ela vibre menos, e exemplificar: desemprego, inveja, ciúme, violência... Deve solicitar a ajuda dos participantes para que citem outros exemplos, e cada palavra “morte” enunciada, pedir que amassem o papel, até ficar uma bolinha.
6º - Com a bolinha na mão, a professora pergunta ao grupo: “O que devemos fazer com esta bolinha agora?”. Talvez alguns digam para jogá-la fora. Nesse momento, a professora questionará: “Como vamos jogar fora a nossa vida? O que podemos fazer?”. Alguém poderá dizer para reconstruí-la. “Mas como?” A professora, então, deve motivar o grupo a falar palavras de vida (emprego, amor, amizade, justiça...), e a cada palavra vai-se abrindo novamente o papel.
7º - Com o papel todo aberto, a professora deve questionar: “Mas e agora? Está cheio de rugas? São as rugas do tempo; assim é a nossa vida. O que fazer? Vamos ver se a vida ainda vibra?”. Nesse momento, pede ao grupo para balançar a folha. Agora a vibração é bem menor.
8º - A professora, então, pede aos alunos para dobrarem as folhas ao meio e recortá-las em duas partes. Juntando essas duas partes, pede para recortá-las novamente, ficando agora com quatro partes.
9º - A professora instrui os alunos a trocar os pedacinhos com os colegas, de maneira que cada um fique com quatro pedacinhos de cores diferentes.
10º - Agora pede para colocarem os pedacinhos de maneira que fiquem um na horizontal e outro na vertical, formando duas cruzes.
11º - A professora pede aos alunos que coloquem o dedo indicador no centro das “cruzes” e modelem uma flor. E acrescenta que a vida, por mais dolorida e cheia de rugas, ainda pode florescer. Às vezes, perde a vibração, mas nunca é tarde para florescer.
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CARTA DE UMA CRIANÇA DO MATERNAL:

CARTA DE UMA CRIANÇA DO MATERNAL:
"Quando estou construindo com blocos no quarto de brinquedos ,
Por favor, não diga que estou apenas brincando,
Porque enquanto brinco, estou aprendendo sobre equilíbrio e formas.
Quando estou me fantasiando,
Arrumando a mesa e cuidando das bonecas.
Por favor, não me deixe ouvir você dizer ele está apenas brincando.
Porque enquanto eu brinco, eu aprendo.
Eu posso ser mãe ou pai algum dia.
Quando estou pintando até os cotovelos,
Ou de pé diante do cavalete, ou modelando argila,
Por favor, não diga que estou apenas brincando,
Porque enquanto eu brinco, eu aprendo.
Estou expressando e criando
Eu posso ser artista ou inventor algum dia.
Quando estou entretido com um quebra-cabeça ou com algum brinquedo na escola,
Por favor, não sinta que é um tempo perdido com brincadeiras.
Porque enquanto brinco, estou aprendendo.
Estou aprendendo a me concentrar e resolver problemas.
Eu posso estar numa empresa algum dia.
Quando você me vê aprendendo, cozinhando ou experimentando alimentos.
Por favor, não pense que porque me divirto, é apenas uma brincadeira.
Eu estou aprendendo a seguir instruções e perceber as diferenças.
Eu posso ser um chefe algum dia.
Quando você me vê aprendendo a pular, saltar, correr e movimentar meu corpo.
Por favor, não diga que estou apenas brincando.
Eu estou aprendendo como meu corpo funciona.
Eu posso ser um médico, enfermeiro ou um atleta algum dia.
Quando você me pergunta o que fiz na escola hoje.
E eu digo: eu brinquei.
Por favor, não me entenda mal.
Por que enquanto eu brinco, estou aprendendo.
Estou aprendendo a ter prazer e ser bem sucedido no trabalho.
Eu estou me preparando para o amanhã.
Hoje, eu sou uma criança e meu trabalho é brincar."
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para brincar

para brincar
O que vc vai precisar:
1 envelope de gelatina sem sabor;
2 colheres de sopa de água quente;
2 colheres de sopa de cola branca;
2 tigelas pequenas;
1/2 colher de sopa de tinta guache colorida;
Formas de bombons ou balas.
Como fazer:
Misture a tinta guache com a cola branca em uma tigela; Em outra tigela, misture a gelatina com a água quente até dissolver a gelatina; Agora junte o conteúdo das duas tigelas. Misture bem! Coloque na forma dos bombons ou balas; Deixe esfriar e leve ao freezer por 5 minutos ou até ficar firme; Depois retire da forma com cuidado e é só brincar!
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Bombom

Bombom
Ingredientes
•1 lata de leite em pó
•200 gr de NESCAU
•1 lata de leite condensado
Modo de preparo
Misture o leite e o NESCAU.
Vá acrescentado o leite condensado aos poucos até dar o ponto.
Enrole os docinhos e passe no coco ralado ou no NESCAU
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Cajuzinhos da Vovó

Cajuzinhos da Vovó
.

►Separe os seguintes materiais:
1 tigela média de plástico
1 colher (sopa)
1 colher (café)
1 xícara (chá)
1 prato (jantar)
margarina para untar as mãos
forminhas de papel (tamanho de sua preferência)

►Ingredientes:
1/2 Kg ou 500g de amendoim torrado e moído (você encontra o saquinho já pronto no supermercado)
2 xícaras (chá) de açúcar refinado
1/2 xícara (chá) de leite (pode ser o de caixinha mesmo)
2 colheres (sopa) de achocolatado (tipo toddy)

►Modo de preparo:
Coloque todos os ingredientes na tigela. Comece misturando tudo com uma colher. Depois deixe a colher de lado e amasse com as mãos. Amasse até formar uma "bola de massa" (tipo massinha de modelar). Depois lave as mãos. Coloque um pouco de açúcar refinado no prato de jantar. Passe um pouquinho da margarina nas mãos e espalhe bem (nós, adultos, chamamos isso de untar as mãos). Com a colher de café, pegue uma pequena quantidade da massa. Enrole no formato de uma bolinha. Passe essa bolinha no açúcar refinado. Observe se toda a bolinha ficou com açúcar. Coloque os cajuzinhos nas forminhas de papel. Podem enfeitar com um pedacinho de amendoim.
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Canapés de Biscoito Água com queijo e azeitona verde

Canapés de Biscoito Água com queijo e azeitona verde.


► Ingredientes:

meio copo de Requeijão Cremoso
1 pacote de Biscoito Água
200 g de queijo prato fatiado
meia xícara (chá) de azeitona verde em rodelas
folha de salsa para decorar


► Modo de Preparo:

Espalhe o Requeijão sobre os Biscoitos. Cubra cada um com um pouco de queijo prato, distribua a azeitona e decore com as folhas de salsa.
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BOMBOM ZAS-TRÁS

BOMBOM ZAS-TRÁS
O que você vai precisar:

♫ 250 gramas de chocolate em pó solúvel
♫ 1 colher de sopa de margarina
♫ 1 lata de leite condensado
♫ Forminhas de papel

Modo de fazer:
1º Passo
Misture o chocolate com a manteiga.
Vá juntando, aos poucos, o leite condensado,
até formar uma massa que dê para enrolar bolinhas
2º Passo
Faça as bolinhas e passe-as no coco ralado
3º Passo
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Receita bombom:

Receita bombom:
1 lata leite condensado
água ou leite para dar liga
1 kg de leite em pó
1/2 kg de chocolate solúvel.

Misture até dar para enrolar e pronto!
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DICAS DA PROFESSORA ANDRÉIA

 
Conto Chapeuzinho Vermelho


(1) Incluindo o conto no Planejamento

Recreação:Desenhar com giz ou fita adesiva a casa de chapeuzinho,o caminho do lobo e a casa da vovó.Pedir ás crianças para percorrer o caminho,andando com os dois pés,de um pé só,dando pulinhos e /ou correndo.

Objetivos:

*Relembrar a história
*Trabalhar coordenação motora,noções de espaço,lateralidade.
*Promover a sinalização.

(2) Brincadeira: Pulando os círculos da centopéia .Desenhar a centopéia no pátio.Escrever no interior dos círculos os numerais e /ou vogais.Pedir á criança para pular com os dois pés ou de um pé só.

                 Objetivos:
                
                 *Trabalhar atenção, concentração,memorização.
                 *(Familiarizar)Levar os alunos a obterem conhecimento e familiarização com os numerais.
                 *Trabalhar coordenação motora e noções de espaço.

Incluindo o conto João Jiló

(3) Brincar de corda:Pedir a criança para andar em cima da corda,pular e passar em baixo.

Obs.: Pedir a criança para abrir os bracinhos e movimentar as mãozinhas para cima e para baixo imitando o passarinho Cantador da História.

Objetivos:

*Relembrar a história.
*Trabalhar o equilíbrio,coordenação e corporeidade e expressão.
*Trabalhar o imaginário,o faz de conta(imitar o passarinho cantador)
*Promover a socialização

(4) Brincadeiras de faz de conta.
*Brincar de médico
*Brincar de dentista
*Brincar de mamãe e filhinhos
*Brincar de Abobrinha
*Brincar de vovó e netinhos

Todas essas brincadeiras tem por objetivo representar as funções sociais
trabalhar o imaginário e o concreto de forma lúdica.
Também fazemos diagnostico das preferências das crianças,comportamentos e atitudes.Pela imitação elas representam a maneira de agir das pessoas que eles tem mais vinculo afetivo.

Obs.:Nas brincadeiras de médico de acordo com a quantidade de crianças distribuir senhas numeradas.Chamá-las pelo numero de ordem,mostrando por exemplo o numeral 1? Pedir as crianças para olhar quem esta com o numero 1,geralmente elas acertam pela comparação.

Oficina do Corpo


Melhor conhecimento do corpo
*Musicas(das partes do corpo,dos órgãos do sentido...)
*Recorte e colagem(bonecos articulados)
*Caixa das sensações e habilidades (tato)
*Tirar molde dos pés das crianças coloridos,confeccionados com papel cartão ou color se,espalhar pelo chão para a criança sobre eles.


Objetivos:

*Trabalhar noções de esquema corporal,corporeidade e expressão,noções de espaço,lateralidade,os sentidos,...

Brincar de motorista


Desenhar com giz no pátio a garagem,a rua(fazendo o formato de um quadrado)a parada obrigatória e pedir para fazer a conversão á direita(D)ou á esquerda(E)orientando,fazendo perguntas(se quer ir para (D)ou esquerda(E).Pedir para guardar o carro na garagem e trocar de motorista.
Obs.:Pode ser feito com velocípede.

Objetivo:

*Trabalhar noções de espaço,lateralidade,atenção e concentração.
*Promover a socialização.
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cantinho de leitura



Cantinho de leitura - utilizado pelas professoras Andría e Elisâgela.
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Chamadinha
Dicas da Professora e diretora IONE SUDRÉ

Passo- a- passo
Pegue uma folha de color set, camurça ou outra que desejar, e vá fazendo vincos com dobras de mais ou menos 5 cm cada.   Após estar todo dobrado ou seja, feitas as pregas, cole uma borda de sua preferência, decore e é só utilizar.

O Quadro de pregas, pode ser utilizado de diversas maneiras, desde  chamadinha  a quadro para formação de palavras.

Um bom trabalho!!!
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VOGAIS DIVERTIDAS


Dicas da professora Clemilda.
Letrinhas feitas de EVA
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CAVALINHO DE GARRAFA PET
 Dica da professora Andréa
Não é lindo!!!
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Vaquinha de EVA criada pela professora Andréia.
( encapa-se uma garrafa pet, e  é só montar as peças. Vira um boneco, fantoche  etc.)
Que bacana!!!!
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NÃO HÁ SABER MAIS OU MENOS.HÁ SABERES DIFERENTES.
(Paulo Freire)
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TEXTO PARA A PRIMEIRA FOLHA DO CADERNO

ABRO AS PÁGINAS DESTE CADERNO
CONTO UM,DOIS,TRÊS E QUATRO
DESENHO AQUI O MEU RETRATO,
ESCREVO ALI O MEU NOME.
ASSIM  COMEÇA ESTA HISTÓRIA
DE LER,ESCREVER E CONTAR...
FALANDO,BRINCANDO E CANTANDO,
ESTUDO TRABALHO E DESCUBRO.
E EM CADA DESCOBERTA QUE FAÇO,
EU ABRO AS JANELAS DO MUNDO.
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atividades permanentes

ATIVIDADES PERMANENTES

1 - ATIVIDADE: Cantos Diversificados

OBJETIVO: Priorizar o brincar.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Garantir a brincadeira, organizando, com as crianças, tempos, espaços e ateriais para esse fim. Planejar brincadeiras onde as crianças possam vivenciar situações sociais “reais de forma lúdica”, tais como kit de mercado, cabeleireiro, médico, etc.
Proporcionar diversos momentos e materiais para que as crianças brinquem de faz-de-conta, jogos com regras, de construção e experimentem uma diversidade de papéis sociais. Em outros momentos a criança irá escolher o brinquedo (autonomia de escolha).

2 - ATIVIDADE: Chamada

OBJETIVO: Ter contato com o próprio nome e dos colegas em situações diversas.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Em roda realizar diferentes situações de chamada utilizando o crachá, estimulando as crianças a criar outras possibilidades de descobrir o próprio nome e dos colegas com auxílio do crachá, utilizando-se de diversas estratégias.
3 - ATIVIDADE: Leitura

OBJETIVO: Oferecer a diversidade de gêneros textuais garantindo o letramento. Ampliar os conhecimentos do mundo, despertando o interesse, a curiosidade e o prazer pela leitura.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Roda de leitura semanal com diversos portadores, fazendo intervenções e reconto. Seleção, empréstimo de livros e leitura espontânea na sala de aula e no espaço Coala. Leitura como atividade em si, na direção de formar leitores, onde o importante é o convívio com os textos. Leitura diária feita pelo professor, onde o leitor experiente ajuda a ampliar o repertório dos leitores inicantes.

4 - ATIVIDADE: Refeições

OBJETIVO: Orientar os alunos durante as refeições, para que eles possam desenvolver um hábito saudável ao se alimentar.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Proporcionar as crianças oportunidades de acesso e conhecimento sobre os diversos alimentos oferecidos, buscando autonomia para alimentar-se sozinho. 5 - ATIVIDADE: Higiene
OBJETIVO: Orientar as crianças quanto o desenvolvimento de habilidades, bons costumes de higiene, desenvolvendo autonomia.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Escovar os dentes, após as refeições, lavar as mãos antes das refeições e ir ao banheiro.


6 - ATIVIDADE: Parque, campo e brincar dirigido.

OBJETIVO: Construir uma identidade autônoma, cooperativa e criativa através das brincadeiras. Brincar como um modo de “ser e de estar” no mundo, à medida que o brincar faz parte da constituição das subjetividades e identidades das crianças.
ORIENTAÇÂO DIDATICA: brincadeiras e maneiras de utilizar os brinquedos, proporcionando assim atividades como danças, subir, descer, correr e jogar bola, circuito e etc. Brincadeiras com regas e dirigidas.

7 - ATIVIDADE: Vídeo

OBJETIVO: Proporcionar momentos de distração, aprendizagem e lazer.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: O Professor levará os alunos à sala de vídeo, onde colocará filmes que despertem o interesse. Essa atividade ocorrerá uma vez por semana.

8 - ATIVIDADE: Roda de Conversa

OBJETIVO: Disponibilizar momentos em que o aluno possa participar da oralidade, expressar desejos, vontades, necessidades e sentimentos, nas diversas situações de interação presentes no cotidiano.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: O Professor realizará rodas de conversas, ampliando a capacidade das crianças de utilizar a fala de forma cada vez mais competente em diferentes contextos, vivenciando experiências diversificadas e ricas envolvendo os diversos usos possíveis da linguagem oral.

9 - ATIVIDADE: Calendário

OBJETIVO: Situar-se no tempo
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA: Será realizado diariamente, fazendo uso do mesmo, identificando datas significativas como: passeios, aniversários, festas.
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Que Bonitinho.....

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IDENTIDADE E AUTONOMIA

IDENTIDADE E AUTONOMIA
A construção da identidade e da autonomia diz respeito ao conhecimento, desenvolvimento e uso dos recursos pessoais para fazer frente às diferentes situações da vida. A identidade é um conceito do qual faz parte a idéia de distinção, de uma marca de diferença entre as pessoas, a começar pelo nome, seguido de todas as características físicas, de modos de agir e de pensar e da história pessoal. Sua construção é gradativa e se dá por meio de interações sociais estabelecidas pela criança, nas quais ela, alternadamente, imita e se funde com o outro para diferenciar-se dele em seguida, muitas vezes utilizando-se da oposição.
A fonte original da identidade está naquele círculo de pessoas com quem a criança interage no início da vida. Em geral a família é a primeira matriz de socialização. Ali, cada um possui traços que o distingue dos demais elementos, ligados à posição que ocupa (filho mais velho, caçula etc.), ao papel que desempenha, às suas características físicas, ao seu temperamento, às relações específicas com pai, mãe e outros membros etc.

A autonomia, definida como a capacidade de se conduzir e tomar decisões por si próprio, levando em conta regras, valores, sua perspectiva pessoal, bem como a perspectiva do outro, é, nessa faixa etária, mais do que um objetivo a ser alcançado com as crianças, um princípio das ações educativas. Conceber uma educação em direção à autonomia significa considerar as crianças como seres com vontade própria, capazes e competentes para construir conhecimentos, e, dentro de suas possibilidades, interferir no meio em que vivem.
Exercitando o autogoverno em questões situadas no plano das ações concretas, poderão gradualmente fazê-lo no plano das idéias e dos valores. Do ponto de vista do juízo moral1 , nessa faixa etária, a criança encontra-se numa fase denominada de heteronomia, em que dá legitimidade a regras e valores porque provêm de fora, em geral de um adulto a quem ela atribui força e prestígio. Na mor al autônoma, ao contrário, a maturidade da criança lhe permite compreender que as regras são passíveis de discussão e reformulação, desde que haja acordo entre os elementos do grupo. Além disso, vê a igualdade e reciprocidade como componentes necessários da justiça e torna-se capaz de coordenar seus pontos de vista e ações com os de outros, em interações de cooperação.

A passagem da heteronomia para a autonomia supõe recursos internos (afetivos e cognitivos) e externos (sociais e culturais). Para que as crianças possam aprender a gerenciar suas ações e julgamentos conforme princípios outros que não o da simples obediência, e para que possam ter noção da importância da reciprocidade e da cooperação numa sociedade que se propõe a atender o bem comum, é preciso que exercitem o autogoverno, usufruindo de gradativa independência para agir, tendo condições de escolher e tomar decisões, participando do estabelecimento de regras e sanções.
Assim, é preciso planejar oportunidades em que as crianças dirijam suas próprias ações, tendo em vista seus recursos individuais e os limites inerentes ao ambiente.
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MOVIMENTO

MOVIMENTO
As crianças se movimentam desde que nascem, adquirindo cada vez maior controle sobre
seu próprio corpo e se apropriando cada vez mais das possibilidades de interação com o
mundo. Ao movimentar-se, as crianças expressam sentimentos, emoções e pensamentos, ampliando as possibilidades do uso significativo de gestos e posturas corporais. O movimento humano, portanto, é mais do que simples deslocamento do corpo no espaço: constitui-se em uma linguagem que permite às crianças agirem sobre o meio físico e atuarem sobre o ambiente humano, mobilizando as pessoas por meio de seu teor expressivo.
Crianças de zero a três anos
A prática educativa deve se organizar de forma a que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:
• familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;
• explorar as possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras e nas demais situações de interação;
• deslocar-se com destreza progressiva no espaço ao andar, correr, pular etc., desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras;
• explorar e utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc., para o uso de objetos diversos.
Crianças de quatro a seis anos
Para esta fase, os objetivos estabelecidos para a faixa etária de zero a três anos deverão ser aprofundados e ampliados, garantindo-se, ainda, oportunidades para que as crianças sejam capazes de:
• ampliar as possibilidades expressivas do próprio movimento, utilizando gestos diversos e o ritmo corporal nas suas brincadeiras, danças, jogos e demais situações de interação;
• explorar diferentes qualidades e dinâmicas do movimento, como força, velocidade, resistência e flexibilidade, conhecendo gradativamente os limites e as potencialidades de seu corpo;
• controlar gradualmente o próprio movimento, aperfeiçoando seus recursos de deslocamento e ajustando suas habilidades motoras para utilização em jogos, brincadeiras, danças e demais
situações;
• utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc., para ampliar suas possibilidades de manuseio dos diferentes materiais e objetos;
• apropriar-se progressivamente da imagem global de seu corpo, conhecendo e identificando seus segmentos e elementos e desenvolvendo cada vez mais uma atitude de interesse e
cuidado com o próprio corpo.
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NATUREZA E SOCIEDADE

NATUREZA E SOCIEDADE


O eixo de trabalho denominado Natureza e Sociedade reúne temas pertinentes ao mundo social e natural. A intenção é que o trabalho ocorra de forma integrada, ao mesmo tempo em que são respeitadas as especificidades das fontes, abordagens e enfoques advindos dos diferentes campos das Ciências Humanas e Naturais.
O brincar de faz-de-conta, possibilita que as crianças reflitam sobre o mundo. Ao brincar, as crianças podem reconstruir elementos do mundo que as cerca com novos significados, tecer novas relações, desvincular-se dos significados imediatamente perceptíveis e materiais para atribuir-lhes novas significações, imprimir-lhes suas idéias e os conhecimentos que têm sobre si mesma, sobre as outras pessoas, sobre o mundo adulto, sobre lugares distantes e/ou conhecidos.
Crianças de zero a três anos
A ação educativa deve se organizar para que as crianças, ao final dos três anos, tenham desenvolvido as seguintes capacidades:
• explorar o ambiente, para que possa se relacionar com pessoas, estabelecer contato com pequenos animais, com plantas e com objetos diversos, manifestando curiosidade e interesse;
Crianças de quatro a seis anos
Para esta fase, os objetivos estabelecidos para a faixa etária de zero a três anos deverão ser aprofundados e ampliados, garantindo-se, ainda, oportunidades para que as crianças sejam capazes de:
• interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas, imaginando soluções para compreendê-lo, manifestando opiniões próprias sobre os
acontecimentos, buscando informações e confrontando idéias;
• estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos;
• estabelecer algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação das espécies e para a qualidade da vida humana.
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Matemática

MATEMÁTICA
As crianças participam de uma série de situações envolvendo números, relações entre quantidades, noções sobre espaço. Utilizando recursos próprios e pouco convencionais, elas recorrem a contagem e operações para resolver problemas cotidianos, como conferir figurinhas, marcar e controlar os pontos de um jogo, repartir as balas entre os amigos, mostrar com os dedos a idade, manipular o dinheiro e operar com ele etc.
Deve-se considerar o rápido e intenso processo de mudança vivido pelas crianças nessa faixa etária. Elas apresentam possibilidades de estabelecer vários tipos de relação (comparação, expressão de quantidade), representações mentais, gestuais e indagações, deslocamentos no espaço.
Crianças de zero a três anos
A abordagem da Matemática na educação infantil tem como finalidade proporcionar oportunidades para que as crianças desenvolvam a capacidade de:
• estabelecer aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem, relações espaciais etc.
Crianças de quatro a seis anos
Para esta fase, o objetivo é aprofundar e ampliar o trabalho para a faixa etária de zero a três, garantindo, ainda, oportunidades para que sejam capazes de:
• reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano;
• comunicar idéias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em situações-problema relativas a quantidades, espaço físico e medida, utilizando a linguagem
oral e a linguagem matemática;
• ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade para lidar com situações matemáticas novas, utilizando seus conhecimentos prévios.
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Linguagem Oral e Escrita

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
A aprendizagem da linguagem oral e escrita é um dos elementos importantes para as crianças ampliarem suas possibilidades de inserção e de participação nas diversas práticas sociais.Essa ampliação está relacionada ao desenvolvimento gradativo das capacidades associadas às quatro competências lingüísticas básicas: falar, escutar, ler e escrever.
28A partir desse intenso contato, as crianças começam a elaborar hipóteses sobre a escrita.
Crianças de zero a três anos
As instituições e profissionais de educação infantil deverão organizar sua prática de forma a promover as seguintes capacidades nas crianças:
• participar de variadas situações de comunicação oral, para interagir e expressar desejos, necessidades e sentimentos por meio da linguagem oral, contando suas vivências;
• interessar-se pela leitura de histórias;
• familiarizar-se aos poucos com a escrita por meio da participação em situações nas quais ela se faz necessária e do contato cotidiano com livros, revistas, histórias em quadrinhos etc.
Crianças de quatro a seis anos
Para esta fase, os objetivos estabelecidos para a faixa etária de zero a três anos deverão ser aprofundados e ampliados, promovendo-se, ainda, as seguintes capacidades nas crianças:
• ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão, interessando-se por conhecer vários gêneros orais e escritos e participando de diversas situações de intercâmbio
social nas quais possa contar suas vivências, ouvir as de outras pessoas, elaborar e responder perguntas;
• familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores de texto e da vivência de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário;
• escutar textos lidos, apreciando a leitura feita pelo professor;
• interessar-se por escrever palavras e textos ainda que não de forma convencional;
• reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;
• escolher os livros para ler e apreciar.
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Quais os objetivos a sertem alcançados na educação infantil?

ARTES VISUAIS
As Artes Visuais estão presentes no cotidiano da vida infantil. Ao rabiscar e desenhar no chão, na areia e nos muros, ao utilizar materiais encontrados ao acaso (gravetos, pedras, carvão), ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo, a criança pode utilizar-se das Artes Visuais para expressar experiências sensíveis.
Crianças de zero a três anos
A instituição deve organizar sua prática em torno da aprendizagem em arte, garantindo
oportunidades para que as crianças sejam capazes de:
• ampliar o conhecimento de mundo que possuem, manipulando diferentes objetos e materiais, explorando suas características, propriedades e possibilidades de manuseio e entrando em
contato com formas diversas de expressão artística;
• utilizar diversos materiais gráficos e plásticos sobre diferentes superfícies para ampliar suas possibilidades de expressão e comunicação.
Crianças de quatro a seis anos
Para esta fase, os objetivos estabelecidos para a faixa etária de zero a três anos deverão ser aprofundados e ampliados, garantindo-se, ainda, oportunidades para que as crianças sejam capazes de:
• interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras artísticas (regionais, nacionais ou internacionais) com as quais entrem em contato, ampliando seu conhecimento do mundo e da cultura;
• produzir trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação.
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